crônicas

O que teria sido de mim…

Viver a infância na roça e depois sentir os ares da cidade é privilégio para poucos, pois a população brasileira vive hoje, na grande maioria, nos centros urbanos. Andar  no asfalto, sentindo o cheiro da fumaça, e caminhar entre prédios, sem escutar o silêncio, só conhecendo a roça no filme Jeca Tatu, estrelado pelo magistral... Continuar Lendo →

A saga de Molly

Num desses finais de tarde de verão, de muita chuva em Manguinhos, ela apareceu. Caminhava pela calçada, toda encharcada de água de chuva, num lamento agoniante de miado de gata miúda. Provavelmente com uma semana de vida! Deve ter nascido de uma mãe vadia, em algum canto de uma casa velha, cheia de mofo e... Continuar Lendo →

O mistério de Mary Help

Por que será que aquela alma triste pertencente a um corpo jovem, maltratado pelo sol e por uma alimentação deficiente, carregava tanto amor? E que amor era esse que não exigia nada em troca, que encontrou no silêncio as respostas para os seus desejos? Essa era Mary Help, uma jovem que veio da roça para... Continuar Lendo →

Os botecos que vendem solidão

Jardim da Penha é um bairro da capital capixaba que tem como uma de suas características ser a morada de pessoas idosas, principalmente aposentados da antiga Vale do Rio Doce, CST e funcionários públicos. Distribuídos perto dos pontos de confluência das ruas do bairro, as três praças, estão vários botecos, que no período da manhã... Continuar Lendo →

O fantasma do Acamari

Em se tratando de fantasmas a audição dá de dez nos outros sentidos: ver um fantasma é muito difícil; tocá-lo, impossível. Fantasma não tem gosto, ninguém come, e, sentir o seu cheiro não é comum, a não ser o mais terrível dos fantasmas, aquele que cheira enxofre. Mas isso é uma outra história. No entanto,... Continuar Lendo →

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